sexta-feira, 3 de julho de 2009

Festa Julina no Vegethus Consolação

Veganismo e etnocentrismo

Não é incomum nos depararmos com esta acusação, quando defendemos o veganismo: afirmam que comer carne é uma questão cultural, e que tentar mudá-la não é apenas autoritário, mas também etnocêntrico (ou seja, a imposição da própria cultura sobre as demais). Hoje gostaria de desmistificar essa idéia.

O buraco negro do relativismo

Essa questão incorre, inevitavelmente, na armadilha do relativismo cultural, o qual afirma que todas as culturas são relativas e se equivalem.

Respeitar as diferenças culturais não significa sacralizá-las nem considerá-las imutáveis - o que é uma interpretação conservadora que não combina com o discurso, em geral progressista, dos que apelam para o relativismo cultural como princípio, e não como ferramenta de análise. O que os relativistas não entendem é que equivalência não exclui a incompletude. Todas as culturas são incompletas. Apontar tais incompletudes não é manifestação hegemonista ou preconceituosa.

O relativismo cultural se apresenta em círculos cada vez mais próximos do indivíduo. Consideram que não podemos criticar culturas de outra matriz civilizacional (ex: ocidentais não podem criticar orientais ou indígenas). Depois, consideram que não podemos criticar outros países, mesmo que da mesma matriz civilizacional (brasileiros não podem criticar, digamos, as touradas espanholas). Daí a coisa se estende para regiões do mesmo país, pessoas de outras classes sociais, outro sexo, outra geração até que, finalmente, talvez não tenhamos o direito de criticar ninguém além de nós mesmos, numa ditadura do acriticismo relativista politicamente correto.

O que tais pessoas não entendem é que é impossível viver sem fazer julgamentos, emitir opiniões. Fazemos isso o tempo todo, e não há nada de necessariamente errado nisso. Toda opinião já é, em si, um julgamento. Também não entendem que a cultura não é imutável, e que suas transformações muitas vezes se dão pela luta ativa por mudanças, não apenas por uma suposta evolução interior sem atropelos. Embora a cultura - como os indivíduos - só mude através da aceitação geral de novos paradigmas, diálogo e o convencimento são ferramentas necessárias no processo e que, aliás, são usadas por todos, o tempo todo.

Alegar que a carne deve ser respeitada por ser cultural equivale a dizer que devemos respeitar atrocidades do passado e do presente. Pena de morte, tortura, mutilação genital (masculina e feminina) são características presentes ainda em muitas culturas. Isso sem mencionar questões como a opressão feminina, o racismo, a homofobia, a intolerância religiosa, que com variações, são provavelmente universais. Seria errado condená-las como bárbaras por acontecerem fora do meu círculo social?

Por fim, o relativismo é uma atitude que se auto-anula: se eu me declaro incapaz de julgar qualquer opinião, como posso condenar atitudes que considero absolutistas? Se todas as práticas e opiniões são relativas, como eu posso condenar pessoas que lutam contra determinadas atitudes que elas consideram injustas (criação de animais, tortura de seres humanos, apedrejamento de adúlteras)? Se a objeção é acerca dos que se manifestam contra atitudes e opiniões expressas em outro tempo e outras culturas, deveríamos nos questionar se as culturas são estanques, incapazes de dialogar entre si - o que é, obviamente, uma mentira. Nenhuma cultura vive isolada. Deveríamos igualmente nos questionar sobre a adoção seletiva de idéias e costumes estrangeiros: se tantos deles, ocidentais ou orientais, são adequadas para outras culturas que não aquelas de onde se originaram, porque não o respeito aos direitos individuais - e, dentre eles, os direitos dos animais não-humanos?

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Fonte: Pensata Animal

Feira de Adoção dos Anjos dos Bichos, venha conhecer

Neste sábado, dia 04 de julho, estaremos com mais uma Feira de Adoção dos Anjos dos Bichos.
Alameda Madeira, 363 no estacionamento do CompreBem de Alphaville, Barueri, SP.
Horário: 10hs as 17hs
Spock, Mel, Lila, Esmeralda, Romeu, Ted e muitos outros animais estarão lá, aguardando você.
Se não pode levar para casa um de nossos amiguinhos, vá até lá para fazer um carinho, um agrado, eles adoram.
E você ainda pode conhecer o trabalho dos Anjos dos Bichos.
Rações, medicamentos, roupinhas, cobertores, cobertas, coleiras, guias, tudo que pode ser aproveitado para os animais são sempre bem vindos, temos muitos pedidos de ajuda.
Ainda estamos recebendo revistas, gibis, livros infantis para o Projeto GAP, colabore.
Brinquedos, roupas, calçados são recolhidos e entregues a pessoas carentes que nos ajudam dando lar temporário para alguns cães.
Esperamos por você!
Anjos dos Bichos
www.anjosdosbichos.com
www.anjosdosbichosdoacao.blogspot.com

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Torta de Morango



Ingredientes da massa:

1 pacote de biscoito maisena (usei Aymoré, que não contém leite)
4 colheres de sopa de creme vegetal (margarina sem leite)
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Triturar o biscoito até virar uma farinha. Misturar a farinha do biscoito com o creme vegetal até formar uma massa homogênea. Forrar a massa num tabuleiro de forma retirável ou num refratário, e levar a massa ao forno médio/alto, cerca de 210º C, por 15 min ou até ficar dourada.
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Ingredientes do creme branco:
500ml de leite de soja (usei o da Yoki especial para receitas, de embalagem azul marinho)
1/2 xícara de açúcar
1/3 de xícara de maisena
algumas gotas de essência de baunilha
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Dissolver a maisena no leite de soja e no açúcar e em seguida levar ao fogo, cozinhando até o creme engrossar e ficar com consistência de mingau. Desligar o fogo e deixar esfriar separado.
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Ingredientes da calda de morango:
1 caixinha de morangos
1/2 xícara de açúcar
1/4 de xícara de água
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Cortar os morangos em cubos, levar ao fogo com o açúcar e a água, cozinhando até ferver. O ponto é quando a calda já está bem vermelha.
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Montagem:
Colocar o creme branco sobre a massa, em seguida colocar a calda de morango por cima e decorar com morangos, levar à geladeira por algumas horas e servir.

Fonte: Cozinha Vegetariana

Dica de Produto sem CRUELDADE - Bolsa Love Animals


Altura = 36 cm
Largura = 29 cm
Alça = 54 cm

Fundo = 7 cm



Onde comprar: Vegan Pride

PETA quer direitos da música "Ben" para campanha

Michael nem mesmo foi enterrado e os assuntos envolvendo sua carreira já estão em discussão. A nova é do grupo PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) que trata da proteção de animais.

Eles estão pedindo os direitos da música “Ben”, hit de Michael Jackson em 1972. A canção foi escrita para um filme com o mesmo nome – que contava a história de um garoto solitário e um rato. O animal seria mal compreendido por seres humanos.

O grupo pretende usar a música para uma campanha contra o uso de ratos e outros animais como cobaias em laboratórios.

“Se mais pessoas se inspirarem na música e pararem de apoiar essa indústria de testes em animais, esse seria uma grande e merecida homenagem ao artista que foi Michael Jackson”, disse a vice-presidente do grupo, Tracy Reiman.

Brasil tem maior número de pássaros ameaçados; diz ONG

O Brasil é o país com maior número de espécies de pássaros ameaçadas de extinção em todo o mundo, segundo o mais recente relatório da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na sigla em inglês), divulgado nesta quinta-feira.

De acordo com a Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas, 122 espécies de pássaros correm o risco de desaparecer no Brasil. Em seguida, vêm Indonésia, com 115, e Peru, com 93.

Em todo o mundo, mais de 800 espécies de animais e plantas já foram extintas nos últimos 500 anos e cerca de 17 mil espécies correm risco de desaparecer, segundo o relatório da IUCN, compilado a cada quatro anos.

O relatório foi publicado pouco antes do prazo fixado por governos internacionais para avaliar os progressos em relação à meta de combate à perda de biodiversidade até 2010. Segundo a IUCN, esses objetivos não serão cumpridos.

Ao todo, 44.838 espécies – apenas 2,7% do 1,8 milhão de espécies já descritas – foram analisadas.

O documento mostra que pelo menos 869 espécies foram completamente extintas ou extintas em seu habitat natural, mas o número pode chegar a 1.159 se forem consideradas as 290 espécies classificadas como possivelmente extintas, que formam parte do grupo de espécies criticamente em perigo.

Ameaças

Ao todo, pelo menos 16.928 espécies estão ameaçadas de extinção, incluindo quase um terço dos anfíbios, mais de um em cada oito pássaros e quase um quarto de todos mamíferos, de acordo com a lista.

Considerando-se a pequena proporção de espécies analisadas, o número pode ser apenas "a ponta do iceberg", mas daria uma boa idéia do risco, segundo a IUCN.

"Quando os governos adotam ações para reduzir a perda de biodiversidade há alguns avanços, mas ainda estamos longe de reverter esta tendência", disse Jean-Christophe Vié, vice-diretor do Programa de Espécies da IUCN e editor do relatório.

"É hora de reconhecer que a natureza é a maior empresa da Terra, trabalhando para o benefício de 100% da humanidade – e o faz de graça. Os governos deveriam se esforçar tanto, ou mais, para salvar a natureza como se esforçam para salvar os setores financeiros e econômicos."

Segundo Vié, a crise da biodiversidade é muito mais severa do que a crise econômica ou dos bancos. Na Europa, 38% das espécies de peixe estão ameaçadas e no leste da África este número chega a 28%.

Um dos principais motivos para os altos índices de risco seria a alta interrelação entre sistemas de água doce, que permite que a poluição se espalhe e que novas espécies invadam o habitat de outras e o desenvolvimento de recursos aquáticos.

Mar

No mar, a pesca excessiva, mudanças climáticas, espécies invasoras, desenvolvimento da costa e poluição respondem pelas ameaças.

Seis das sete espécies de tartarugas marinhas estão ameaçadas de extinção, assim como 27% das 845 espécies de corais. Outras 20% das espécies de corais estão quase ameaçadas de extinção, segundo a Lista Vermelha.

Os pássaros marinhos também estão mais ameaçados do que os pássaros terrestres, com 27,5% das espécies em extinção, em comparação com 11,8% dos pássaros terrestres.

A principal causa de extinção e ameaça das espécies terrestres é a destruição de habitats por agricultura, exploração de madeira e desenvolvimento. A caça insustentável é a segunda maior ameaça aos mamíferos, atrás da perda de habitat.

"O relatório é uma leitura deprimente", disse Craig Hilton Taylor, diretor e co-editor da Lista Vermelhada IUCN.

"Ele nos mostra que a crise de extinção está ruim ou ainda pior do que acreditávamos. Mas ele também mostra as tendências que essas espécies seguiram e portanto é parte essencial dos processos de tomada de decisão."

A Lista Vermelha acompanha as tendências de risco de extinção em grupos de espécies, separados por regiões e habitats. Ela só considera espécies não extintas a partir do ano 1500. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte: Estadão

ONG acusa CCZ de omissão no caso dos 10 cães abandonados

Advogada e médica veterinária que preside a ONG diz que além de saber do mal-trato aos cães e não fazer nada, o CCZ agora se recusou a fornecer coleiras anti-leishmaniose e vacina anti-rábica para os dez animais que foram abandonados em casa no centro de Campo Grande. Veja o desabafo de Maria Lúcia Metello com exclusividade no portal Marco Eusébio in Blog - Entrelinhas da Notícia clicando no banner na capa do MS Notícias ou acessando diretamente www.marcoeusebio.com.br

Fonte: MS Notícias