quarta-feira, 22 de setembro de 2010

II Vegballoon Fest - 26/09/10 - Participe e traga seus amigos!

O que a cor verde representa para você? Natureza? Harmonia?

Para nós da família ATIVEG a cor verde representa um sentimento deESPERANÇA. Esperança de viver em um mundo de paz e igualdade entre todos os seres vivos do planeta. Nós acreditamos nisso... Nós lutamos por isso!

É com este sentimento que convidamos você a lutar conosco no II VEGBALLON FEST, que será realizado no dia 26 de setembro de 2010, das 09:00 até as 14:00 em 4 cidades..

O VEGBALLON FEST foi criado com o intuito de unir a determinação de uma manifestação em prol da vida e dos direitos animais com a alegria e a união que caracteriza a FAMILIA ATIVEG.

Libertação Animal, criatividade, união, perseverança, e muita... muita força de vontade de lutar pelos animais... isso é o VEGBALLON FEST.

Balões verdes biodegradáveis irão colorir tanto a Avenida Paulista como outras importantes regiões do país, sendo que no dia do evento serão distribuídos materiais informativos sobre vegetarianismo e proteção animal ao público presente.

Devido ao grande sucesso da primeira edição, neste ano o II VEGBALLON FESTacontecerá simultaneamente nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Ribeirão Preto e Juiz de Fora.

Venha vestido com uma camiseta verde, traga seus amigos e familiares e mostre a todos a sua força e a sua vontade de lutar pelos animais e pelo planeta.

No local do evento nós venderemos camisetas verdes do grupo com o símbolo do vegetarianismo por apenas R$ 10,00.


Veja abaixo mais informações sobre cada cidade. O evento será realizado no mesmo dia e horário, 26.09.2010 das 9:00 às 14:00:

Em São Paulo - SP:
Av. Paulista - no MASP (concentração atrás do vão central)
informações: daniel@ativeg.org
imprensa local / nacional: makoto@ativeg.org

Em Recife - PE:
Av. de Boa Viagem - Feirinha da Boa Viagem (praia)
informações: jessica@ativeg.org
imprensa local: nara@ativeg.org

Em Ribeirão Preto - SP:
Centro, em frente ao Teatro Pedro II
informações e imprensa local: edi@ativeg.org

No Rio de Janeiro - RJ:
Av. Atlântica - Copacabana (em frente ao Copacabana Palace)
informações e imprensa local: neto.viviane@bol.com.br

Em Juiz de Fora - MG:
em breve
informações e imprensa local: -

Ajude o Ativeg a propagar o vegetarianismo e a conscientização de respeito animal! Divulgue este evento em sua rede de contatos, imprensa (rádio, tv, jornais, revistas, portais), murais de universidade e onde você achar interessante.

Compareça no evento com seus amigos, familiares e colegas! Precisamos da força de todos!

Pré release
Solicite o pré release de nosso evento através do telefone (11) 9284.4576 ou envie um email para daniel@ativeg.org com seus dados de contato, mídia onde deseja publicar o evento ou agendamento de entrevista.

SALVANDO O COELHO DA RAPOSA

Nas discussões sobre direitos animais, a questão da predação é geralmente abordada tanto como uma racionalização da nossa matança dos animais ou como base para uma objeção redutio ad absurdum (“mostrando a que tolice isso pode conduzir”) à reivindicação de que nós somos moralmente obrigados a diminuir o sofrimento animal evitável e injustificado. A racionalização toma a forma “já que eles predam uns aos outros, nós estamos moralmente justificados a predá-los”. Esta resposta, “Deixe colherem o que semeam!” como dirigida à questão dos direitos animais, foi abordada no capítulo 6[1]. A Reductio, que será o objeto deste capítulo, toma então a seguinte forma:

A Reductio da Predação

A1: Suponha que os humanos são moralmente obrigados a diminuir o sofrimento animal evitável e injustificado.

A2: Animais inocentes sofrem quando são predados por outros animais.

A3: Consequentemente, os humanos seriam moralmente obrigados a impedir a predação.

A4: Entretanto, uma obrigação de evitar a predação seria absurda.

A5: Assim, ao contrário da hipótese, humanos não são moralmente obrigados a diminuir o sofrimento animal evitável e injustificado.

Há três formas pelas quais este argumento pode ser contrariado com sucesso:

I. Contestando a avaliação em A4.

II. Contestando que A3 segue de A1 e A2.

III. Contestando que A5 segue de A1 até A4.

Nós desenvolveremos cada uma destas estratégias de resposta a seguir . Mas, antes de fazê-lo, eu gostaria de passar um momento discutindo e descartando algumas respostas para a Reductio da predação comuns, mas deficientes.

Uma dessas respostas se dá como a seguir:

Obrigações morais são direcionadas para os agentes racionais, que podem inibir ou estender suas atividades pelo reconhecimento destas obrigações. Todavia, os animais não são agentes racionais, ou pelo menos não suficientemente racionais para reconhecer e responder questões morais. Assim, a obrigação moral dos humanos em diminuir o sofrimento animal evitável e injustificado não pode envolver uma obrigação moral dos animais não serem predatórios.

Esta resposta tenta seguir a segunda estratégia abordada acima. Isto é, desafia a inferência de A1 e A2 para A3 na reductio da predação.

O Problema dessa resposta é a compreensão incorreta de A3. A conclusão alcançada em A3 não é que os animais são moralmente obrigados a deixar de serem predadores. A3 afirma que nós (por exemplo, humanos), somos moralmente obrigados a evitar a predação. Consequentemente, a inferência de A1 e A2 para A3 nem mesmo levanta a questão de uma obrigação moral tida pelos animais predadores que eles deveriam, de alguma forma, reconhecer e observar. Então, essa primeira resposta à redcutio da predação é simplesmente irrelevante para aquele argumento.

Poderia ser objetado que não faz sentido concluir que nós temos uma obrigação moral de impedir que os animais sejam predadores a menos que eles estejam moralmente obrigados a não serem predadores. Seguiria então daí que mesmo que a inferência de A1 e A2 para A3 não envolve uma reivindicação explícita de que os animais sejam sujeitos a obrigação moral, presumindo que eles já o são.

Tal contra-argumento seria enganoso. Não há nenhum problema conceitual com a idéia de que nós, como agentes morais ad[2], somos obrigados a impedir outros, que (supostamente) não são agentes morais ad, de causar dano. Nós rotineiramente aplicamos essa idéia quando atribuímos responsabilidade aos pais de impedir suas crianças em fase pré-moral ad de causar dano. Uma criança pequena “não ter consciência de seus atos” não nos exime de estarmos moralmente obrigados a pará-la de atormentar o gato. Só que o gato não ter consciência de seus atos não pode nos eximir de sermos moralmente obrigados a fazê-lo parar de matar os pássaros. Consequentemente, esta tentativa de ameaçar a inferência de A1 e A2 para A3 falha.

Uma segunda resposta falha à reductio da predação é mais ou menos como se segue:

Uma vez que os animais não podem ser moralmente obrigados a não ser predadores, não há nada errado em serem predadores. Mas, nós não podemos ser moralmente obrigados a evitar a predação, se não houver nada de errado com ela.

Esta objeção novamente segue a segunda estratégia acima. Aqui, esta estratégia específica desafia a significância moral de A2 na reductio da predação. O sofrimento animal causado pela predação tem sua significância moral negada pela presunção de que o valor moral da ação deriva inteiramente do agente responder ou não responder a regras morais, isto é, deriva inteiramente de se ele ou ela agiu como um agente moral ad.

Como defendido extensamente nos capítulos 2 e 3, esta presunção é enganosa. Considere novamente o exemplo de uma criança pequena atormentando o gato. A criança pode ser muito jovem para reconhecer e responder às obrigações morais humanitárias. Entretanto, enquanto isso pode influenciar nossa avaliação do seu caráter e responsabilidade por suas ações, isto não nos leva a concluir que não há nada de moralmente errado com o ato dela atormentar o gato. Atormentar o gato permanece um erro moral, mesmo quando é feito por alguém que “sabe o melhor a se fazer” ou por alguém que “não sabe diferenciar o certo do errado”. Tomando outro exemplo, se nós determinarmos que alguém é criminalmente insano (como, por exemplo, o incapaz de distinguir o certo do errado), isso afeta nossa avaliação de sua responsabilidade por suas ações e se ele merece ou não punição por elas. Todavia, isso não nos leva a concluir que não havia nada de errado com aquelas ações. Que eles foram cometidos pelo criminalmente insano não tornam casos injustificados de homicídio e o intercurso sexual forçado moralmente neutros. Eles continuam sendo casos de assassinato e estupro.

Ser incapaz de distinguir o certo do errado pode deixar os agentes “inocentes” no sentido de “não culpáveis”, mas isso não torna suas ações “inocentes” no sentido de “serem nem moralmente certas ou moralmente erradas”. Aquelas ações podem ainda continuar sendo moralmente certas ou erradas; só que o agente é incapaz de reconhecer esse fato. Enquanto kantianos estão corretos quando enfatizam que ações feitas por diferentes razões podem ter diferentes valores morais, eles estão incorretos quando concluem que todo o valor moral de uma ação deriva da vontade do agente. Existem dimensões independentes do agente para nossas avaliações morais, como aquelas concernentes às conseqüências dos atos, bem como as dimensões dependentes do agente. Consequentemente, poderia haver um erro moral para nós corrigirmos na predação, mesmo que esse erro não possa ser a incapacidade dos animais em cumprir suas obrigações morais. Pode ser um erro moral ai derivado do lado utilitarista de nossa moralidade comum. Então, essa segunda resposta à reductio da predação também falha.

A última das respostas comuns, mas, erradas que nós consideraremos se dá como a seguir:

Ao serem predadores, os animais estão apenas seguindo sua natureza. Nós devemos (moralmente) respeitar as necessidades naturais e impulsos dos outros. Desta forma, nós devemos (moralmente) não interferir na predação.

Esta resposta novamente implementa a segunda das respostas estratégicas acima por desafiar a significância moral de A2 na reductio da predação. Essa resposta presume que respeitar a natureza tem uma maior prioridade dentre nossos valores morais que diminuir o sofrimento animal evitável e injustificado. Se correta, essa presunção poderia justificar moralmente o sofrimento animal causado pela predação, por torná-la menos maléfica que o desrespeito pela natureza envolvido na tentativa de impedir a predação. Esta resposta pode também ser vista como um “análogo da ética ambiental” para o princípio do valorizador independente, discutido no capítulo 10, que “nós não temos o direito de forçar nossos valores aos outros”. Aqui, estes “outros” são os animais predadores.

A moralidade diária indica que essa presunção é enganosa. Uma das funções fundamentais e amplamente difundidas das regras morais e da educação é delimitar e inibir os caminhos pelos quais as necessidades inatas podem (moralmente) ser desenvolvidas e os impulsos naturais podem (moralmente) ser buscados. Especialmente quando alguns dos nossos “fazendo o que nos é natural” resulta em sofrimento ou morte de outros, a resposta moral padrão é que aqui há um aspecto ou expressão da natureza humana que não merece nosso respeito moral. Exemplos disso poderiam ser nossa ausência de respeito moral e nossos muitos esforços em inibir nossas tendências agressivas e de dominação. Desconheço razões pelas quais a natureza extra humana deveria estar intitulada ao respeito moral que não é devido à natureza humana. Poderíamos também perceber que nós simplesmente não aceitamos essa terceira resposta à reductio da predação quando nossos animais de estimação ou crianças são vitimas de predadores, como ocasionalmente acontece quando nos aventuramos em seu território ou quando, através da destruição de seus habitats, não lhes deixamos nenhuma outra opção de sobrevivência senão a de se enveredar em nossas comunidades buscando por presas. Quando isso acontece aos nossos amados, nós claramente damos maior prioridade à prevenção do sofrimento do que o respeito à natureza.

O mesmo pode ser dito, se nós pensarmos nesta terceira resposta como um análogo para o princípio do valorizador independente. O respeito moral devido à busca dos outros pelos seus próprios valores é condicional, pelo menos, à medida que essa busca não negue aos outros a oportunidade de perseguir seus próprios valores. Por exemplo, nós não temos obrigações morais de respeitar os desejos dos escravocratas em dominar e seus ideais de um mundo no qual eles comandam vastas levas de escravos. Similarmente, dado que os predadores obviamente negam à sua presa a oportunidade de perseguir seus valores, nós não estamos moralmente obrigados pelo princípio do valorizador independente a respeitar as atividades predatórias.

Assim a terceira resposta à reductio da predação atribui uma prioridade ao natural e ao respeito dos valores individuais que não é confirmada pela prática moral comum. Enquanto não invalida o argumento, mostra que tal argumento possui um ônus da prova pesado para cumprir antes de colocar um desafio sério à reductio da predação. Também sugere que essa terceira resposta é maliciosa, assim como são outras referências ao “é simplesmente natural!” no discurso moral. À medida que nossos interesses ou dos que amamos são sacrificados, não reconhecemos uma obrigação moral em “deixar a natureza tomar seu curso”. Mas, quando nós não queremos ser incomodados com uma obrigação, “É simplesmente assim que o mundo funciona” provê uma desculpa prática.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Todos os livros sobre animais

Saudações amigos..


Cadastrem todos os livros e autores que falam sobre a libertação animal, e o vegetarianismo, no Skoob...

sábado, 3 de julho de 2010

ATIVEG - Convocação, Trabalho de campo 18/07 MASP - SP

A familia ATIVEG convoca todos os seus membros para participar da nossa 1ª Campanha PET ATIVEG.
Nesse dia lutaremos para conseguir um lar para cães e gatos que se encontram em abrigos a espera de um dono que lhe dê carinho, atenção e uma vida digna.
Montaremos um "varal" com as fotos e os dados dos animais de diversas instituições que os acolhem , e serão entregues ao público flyers explicando a importância da adoção de animais, e incitando a denúncia sobre maus tratos e abandono.
Além da campanha de adoção de animais receberemos também doações para essas instituições. Aceitaremos doações de:

-Jornal, papelão e lona;
-Casinhas, caminhas, roupinhas e panos;
-Toalhas, cobertores e mantas em boas condições;
-Shampoo
-RAÇÃO VEGETARIANA
(Estaremos vendendo no dia a RAÇÃO VEGETARIANA FRIDOG para aqueles que quiserem doar)

Contamos com a ajuda e a participação de todos vocês, pois milhões de cães e gatos vagam pelas ruas sofrendo com o frio, com a fome, com doenças e com a montruosidade de muitos seres humanos.
Se quisermos mudar essa realidade precisamos lutar!

CAMPANHA PET ATIVEG
DIA: 18/07/10
HORÁRIO: 13:00
LOCAL: AVENIDA PAULISTA (EM FRENTE AO MASP)

ATIVEG - "LUTAMOS POR TODOS OS ANIMAIS DO MUNDO....AMAMOS A VIDA!

sábado, 5 de junho de 2010

Grupo americano divulga vídeo de crueldade em fazenda de laticínios dos EUA

O grupo americano Mercy For Animals (Piedade dos Animais, em português), divulgou nesta semana um vídeo gravado dentro de uma fazenda de produção de laticínios, localizada no estado de Ohio, Estados Unidos.



Capturadas através de câmera escondida, essas cenas chocantes revelam a cultura da crueldade na fazenda Conklin Dairy, que fica na cidade de Plain. A investigação durou 4 semanas entre os meses de abril e maio e constatou:

- bezerros sendo puxados violentamente;

- animais levam facadas no rosto, pernas e estômago;

- chutes contra os animais;

- torções dos rabos dos animais.



Depois de ver as imagens, o professor de ciência animal da Universidade do Estado de Colorado, Bernard Rollin, declarou: "Esta é provavelmente as cenas mais sádicas de abuso aos animais que eu já vi. O video retrata uma crueldade deliberada, baseada não em raiva momentânea, mas em ter prazer ao causar dor em indefesas vacas e bezerros".

A organização Mercy For Animals imediatamente entrou em contato com o procurador municipal explicando as acusações contra a fazenda. Agora, o grupo quer que os empregados respondam criminalmente por violar as leis de crueldade contra animais do estado de Ohio.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Dieta vegetariana x Nutrição proteica

1. Disseram que eu tenho deficiência de proteína por ser vegetariano. É verdade, doutor?

Calma aí! Deficiência de proteína não é comum em vegetarianos. Aliás, é raríssimo! Eu nunca atendi um único vegetariano no consultório com este problema e os artigos científicos que avaliam a nutrição proteica de populações de vegetarianos também não o relatam. Infelizmente muitos profissionais apavoram as pessoas adeptas do vegetarianismo com este tema. Quando retiramos a carne do cardápio, até mesmo associada à retirada de ovos e laticínios, não estamos simplesmente negligenciando a importância da proteína da dieta. Estamos apenas optando por oferecê-la de outras formas.

As conseqüências da deficiência de proteínas são diversas, podendo acarretar déficit de crescimento de crianças, alterações imunológicas, retenção de líquidos, alterações em cabelos, pele, entre muitas outras. No entanto, se você tiver algum destes problemas, não se apavore, achando que tem um quadro de desnutrição proteica, pois há inúmeros outros problemas que podem desencadear estas alterações. Uma avaliação detalhada do seu estado nutricional e da sua dieta esclarecerá todas as dúvidas.

2. Por que existe terrorismo com relação à necessidade de proteína de origem animal no cardápio?

Se você é vegetariano, com certeza já passou - e ainda passa - pela situação de ser questionado repetidamente sobre as proteínas da sua dieta. As pesquisas científicas iniciais que deram origem aos conhecimentos sobre este assunto foram baseadas em estudos com animais de laboratório. Isto trouxe uma série de erros quando aplicaram este conhecimento a seres humanos. Felizmente as pesquisas mais recentes já mostraram claramente as diferenças que ocorrem entre os seres humanos e outros animais, mas, infelizmente, muitos profissionais ainda não estão atualizados sobre este assunto.

Falar de proteínas não é simples, pois os conceitos básicos são amplos e necessitam de explicações bastante detalhadas para serem completamente entendidas. Vamos abordar algumas questões relevantes neste contexto:

• as proteínas são compostas por aminoácidos: podemos comparar a proteína a um muro e os aminoácidos, a seus tijolos;

• alguns aminoácidos podem ser produzidos pelo nosso próprio organismo, sendo chamados de “dispensáveis” ou não-essenciais; outros, precisam ser ingeridos, pois não temos a capacidade de produzi-los: são os aminoácidos que chamamos de “indispensáveis” ou essenciais;

• não há uma necessidade imprescindível de ingestão de proteínas de origem animal em qualquer fase da vida humana: não existe nem um único aminoácido essencial que esteja ausente nas proteínas de origem vegetal;

• muitos profissionais de saúde ainda utilizam o termo “valor biológico” como referência da qualidade das proteínas; o “valor biológico” reflete a incorporação da proteína absorvida pelo organismo; desde 1991, a Organização Mundial de Saúde e a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) passaram a recomendar a não-utilização deste termo como forma de análise da qualidade nutricional das proteínas, já que o método é muito falho para seres humanos; tal medida foi substituída pelo PDCAA (Protein digestibility-corrected amino acid score), um método que reflete com mais exatidão as necessidades de proteínas dos seres humanos; com este novo método, ficou claro o erro cometido no passado, quando se afirmava que a carne é necessária ao organismo humano como fonte de proteínas; o mesmo é válido para ovos e laticínios;

• os estudos de revisão da literatura científica demonstram que não há diferença alguma na incorporação das proteínas provenientes de alimentos de origem vegetal ou animal no organismo humano; portanto, quando alguém insistir que você deve comer alimentos de origem animal devido ao seu “alto valor biológico”, posicione-se, tendo a certeza de que este é um equívoco freqüente que precisa ser esclarecido;

• o consumo de proteínas vegetais corresponde a aproximadamente 65% do total de proteínas ingeridas pelas pessoas no mundo todo; nos Estados Unidos, este consumo corresponde a apenas 32%, demonstrando que essa população está reduzindo a ingestão de alimentos de origem vegetal e aumentando a de origem animal; as conseqüências deste padrão alimentar para a saúde são nítidas.

Leia mais aqui...

Fonte: Guia Vegano

Animais sofrem com o maior desastre ambiental dos EUA

O presidente dos Estados Unidos visitou pela terceira vez a área atingida pelo vazamento de petróleo no Golfo do México. Barack Obama cobrou mais rapidez da empresa British Petroleum para indenizar as famílias afetadas pelo desastre ambiental.

A operação aconteceu a 1.600 metros de profundidade. Uma cúpula de metal amarelo com o formato de um grande sino ligado a um tubo foi feita para vedar o poço e funcionar como uma espécie de aspirador gigante, levando o petróleo para os porões de um navio. A peça foi encaixada na ponta do cano com a ajuda de robôs. Mas o vazamento não foi totalmente contido. De cada cem litros de petróleo que continuam se espalhando no mar, apenas cinco estão sendo sugados pelo equipamento e armazenados na superfície.

Os técnicos da Britsh Petroleum disseram que o óleo ainda vaza por válvulas que serão fechadas aos poucos. Se desta vez tudo der certo, eles esperam chegar a recuperar 90 de cada 100 litros que escapam do poço danificado.

Na superfície, a mancha já é tão grande que seria capaz de cobrir todo o estado do Rio de Janeiro e ainda uma pequena parte de São Paulo e de Minas Gerais.

Nesta sexta-feira (4), o presidente Barack Obama voltou ao estado de Louisiana para visitar comerciantes e moradores que estão tendo prejuízos com o desastre ambiental. Ele disse que ainda é cedo para ser otimista com relação ao fim do vazamento.

O óleo já chegou a várias reservas ambientais da costa do estado da Lousiana. Hoje, agentes do governo responsáveis pelo resgate de animais estiveram em um santuário de pelicanos atingido pela maré negra do petróleo.

Quase não dá para ver os animais debaixo de tanto óleo. Alguns respiram com dificuldade. Dezenas de pássaros foram resgatados. Mas, segundo os técnicos, pelo menos um terço deles não vai sobreviver.


Fonte: JN

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Veg-infos DIVULGA - Cinema Vegetariano

Uma novidade em blogs e sobre vegetarianismo, Cinema Vegetariano. Uma pequena garimpada nos melhores videos que falam sobre vegetarianos agora, reunidos em um unico lugar, CinemaVegetariano.blogspot.com.

Topicos com Receitas, Musicas, FIlmes, depoimentos e muito mais.

Não é apenas mais um blog, é um blog para vocês divulgarem a novos vegetarianos, para ajuda-los em sua nova empreitada como vegetarianos.

Todos os documentários reunidos e um unico lugar. www.cinemavegetariano.blogspot.com

Ajudem a divulgar, ajudem a fazer esse novo lugar de informações.